Deus escolheu um meio maravilhoso e poderosíssimo para evangelizar no mundo de hoje. No mundo, nós não somos simplesmente pessoas, somos comunidades que têm riquezas, mas também fragilidades. Que realizam coisas maravilhosas, mas que também enfrentam dificuldades. São comunidades vivendo uma vida normal, humana, uma vida de pessoas que enfrentam problemas e que estão agindo de acordo com o Evangelho. Isso tudo faz com que outras pessoas se encantem e queiram viver como nós vivemos. “Veja como elas são ricas em dons e têm qualidade de vida”, exprimem. As pessoas querem ser como nós. Mas o que fazer? Esse é o momento de mostrarmos Jesus Cristo, mostrarmos o Evangelho e a vida nova para que elas acolham essa fraternidade. Deus Pai quer que as comunidades cresçam e amadureçam, assim como as árvores. Eu fiquei encantado quando soube que a oliveira tem uma vida muito longa. Os ramos mudam todos os anos, mas o tronco permanece. A boa oliveira começa a produzir o melhor azeite depois de oitenta anos, pois somente a partir dessa idade é que há um baixo teor de acidez. Deus é paciente e faz com que essas árvores sejam pacientes também, pois durante quase oitenta anos ainda têm acidez; mas depois, elas tornam-se totalmente alcalinas. Aí está a beleza! As nossas comunidades precisam amadurecer e é da maturidade delas que Deus tirará esse “azeite” maravilhoso, da mesma forma que se tira o azeite maravilhoso de oliveiras que já estão maduras. Claro que não precisamos esperar 80 anos para que as comunidades deem frutos, mas o próprio Espírito Santo está apressando a maturidade delas. Temos de crescer, precisamos amadurecer e isso acontece quando nos colocamos em ação, conduzidos pelo Espírito. A minha comunidade usa os dons do Espírito Santo Paráclito. E mais: ela ora por mim. É assim que podemos ser um sinal da presença e do poder de Deus nestes últimos tempos. Não resta dúvida de que só poderemos evangelizar pelo método do grande apóstolo Paulo.Meus irmãos, é assim que o Senhor quer semear comunidades por todos os lados. E eu posso lhes afirmar que Ele quer comunidades pelo mundo inteiro. Ele quis precisar dessas Novas Comunidades para que este mundo paganizado possa ser transformado. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!Queremos construir um mundo novo agora, no momento presente. Buscamos e damos o nosso melhor para que ele seja melhor. Que ele se renove e se torne cada vez mais novo, cada vez mais de Deus! Vem, Senhor Jesus!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
EM DEFESA DO ARCEBISPO (ESTUDANTE DE MEDICINA)
Prezados leitores:
Este talvez seja o post mais importante já publicado aqui em JORNADA CRISTÃ. Trata-se de uma carta enviada aos professores Rivaldo Albuquerque e Olímpio de Moraes, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco, extensiva ao reitor Carlos Calado. Os referidos professores Rivaldo e Olímpio fizeram parte da equipe de médicos que realizaram o aborto na menininha de nove anos violentada pelo padrasto em Alagoinha (PE).
O autor da carta é o estudante do 10º período da referida instituição, Artur Costa, que de forma corajosa sai em defesa do arcebispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho, explicando o que é uma excomunhão “latae sententiae”. Em seguida, faz algumas considerações sobre a atribuição da moral em contraponto à função da medicina. Finalmente, vai direto ao ponto:
“Até que alguém me prove o contrário, a gravidez da menina era cientificamente viável. Todos nós sabemos que a medicina é imprevisível, e é assim como devemos encará-la. E na minha opinião, a conduta correta deveria ser esperar a evolução do caso, acompanhar de forma contínua a gravidez, e induzir o parto se necessário, sempre procurando SALVAR VIDAS, que é a verdadeira atribuição da medicina. Se alguém me provar o contrário com o devido respaldo da ciência, EU mudo de opinião”.
Aos católicos: frente à profusão de matérias caluniosas, tendenciosas, destilando ódio, preconceito e intolerância contra a Igreja Católica, fiquemos firmes e fieis aos sucessores dos apóstolos! Procurem ver a argumentação do lado católico, neste momento marginalizado e relegado à obscuridade pelos grandes órgãos de imprensa. Lembrem-se da perseguição movida contra a Igreja Católica, o clero católico e o cristianismo pelos meios de comunicação social. Lembrem-se que a postura dos jornalistas, em 99% dos casos, é a de se portarem contra a Igreja, tendo como objetivo último minar a sua autoridade moral e desacreditar os membros de sua hierarquia.
É exatamente isso que está acontecendo agora: a postura da Igreja, na pessoa do arcebispo D. José Cardoso Sobrinho, foi em primeiro lugar, como é permitido por lei, demover a mãe da menininha da idéia de fazer o aborto; em segundo lugar, novamente usando da liberdade de expressão, sem em nenhum momento ir contra a lei civil, comunicar publicamente a excomunhão dos envolvidos no aborto - como prevê o Código de Direito Canônico. A pena da excomunhão é única e exclusivamente eclesiástica, sem nenhum efeito prático para a lei civil: diz respeito apenas aos católicos, que têm o dever de seguirem a doutrina católica.
Enviem esse texto a amigos, conhecidos e colegas católicos; façamos nossa parte em defesa da fé católica e dos bispos escravos do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
*****
Estimados professores Rivaldo e Olimpio e reitor Carlos Calado.
Sou estudante do 10 período da FCM - UPE, e estou escrevendo este e-mail para prestar a minha solidariedade ao Arcebispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho. Em primeiro lugar, Dom José não excomungou ninguém, segundo a imprensa, que é maldosa e tendenciosa, informou. Como, boa parte de vocês declaram ser católicos, apesar de não entender a doutrina, vou explicar algumas coisas.
De acordo com o código de direito canônico, existem 7 ocasiões que levam um católico a ser excomungado latae sententiae:
1 - Profanação do santíssimo sacramento2 - Agressão física à pessoa do Papa3 - Revelação por parte do sacerdote de segredos de confissão4 - Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne5 - Ordenação sacerdotal de Bispos por outros bispos sem autorização do Papa6 - Apostasia e Cisma por parte de um católico bem informado.7 - ABORTO
Logo, com isso, chegaremos à conclusão que o Bispo não excomungou ninguém, uma vez que todos os que participaram do procedimento já foram excomungados AUTOMATICAMENTE. Excomunhão Latae sententiae significa isso: EXCOMUNHÃO AUTOMÁTICA NO MOMENTO DO ATO. E o Arcebispo nada mais fez do que lembrar o que está previsto pela lei canônica, que é uma lei promulgada pelo Papa, e consequentemente de Deus, uma vez que o Papa quando se pronuncia em questão de fé e de MORAL, se pronuncia in persona christi. Cristo deu as chaves dos céus para o Papa, para que o mesmo tivesse esse poder de ligar e desligar de forma infalível. Logo, a condição para ser católico é acreditar nisso. Quem não acredita nessa questão de fé, não é católico. NINGUÉM É OBRIGADO A SER CATÓLICO.
A outra atitude de Dom José foi procurar a família da menina, e tentar intervir no processo para que o procedimento não fosse feito. Em momento nenhum a integridade moral do senhor professor foi ferida, e nem sequer Dom José faltou com respeito a ninguém. Muito pelo contrário, o que eu só ouvi por parte das pessoas que convivo ao redor foram manifestações de ridicularização e ofensas ao nosso Arcebispo. As pessoas, a imprensa, a declaração universal dos direitos humanos defendem tanto a liberdade de expressão… Agora o Bispo é uma exceção, e deveria ser proibido de se expressar? Que hipocrisia é essa? Que ditadura do relativismo é essa?
Por acaso é atribuição da medicina decidir o que é moralmente correto ou errado? Que eu saiba, a função da medicina é a de salvar vidas, de amenizar o sofrimento. NUNCA MATAR, não importa os argumentos sentimentalóides que costumeiramente se propagam por aí. Decidir o que é moralmente correto ou errado é atribuição da filosofia. Isso está fora do campo da medicina, embora deva caminhar junto. Por sinal, todo sacerdote para ser ordenado precisa ter estudo de filosofia e teologia, coisa que nós médicos e estudantes da medicina não temos. Logo, é competência de Dom José intervir na questão moral sim. E a sua opinião não pode ser ridicularizada nem impedida por ninguém. É direito dele se expressar, desde que não falte ao respeito com ninguém.
Qual a atribuição da moral? Nada mais nada menos que interpretar a lei natural. A declaração universal dos direitos humanos nada mais é do que uma tentativa de interpretação da lei natural. E o que é a lei natural? É a lei que rege a inclinação natural de todos os seres vivos. Um exemplo disso é que todo ser humano é inclinado a fazer o bem. Todo ser humano sabe que é certo fazer o bem, e é errado fazer o mal. Está no coração de todo ser humano que é errado matar uma pessoa inocente. E aí poderemos citar vários exemplos. A lei natural está no coração de todos os homens. E a declaração universal dos direitos humanos nada mais é que uma tentativa de interpretação disso. Os 10 mandamentos nada mais são do que um resumo dessa lei natural. Uma vez que a lei natural é fato concreto, chegaremos à conclusão que o bem e o mal são absolutos. A relativização do certo e do errado significa dizer que qualquer crime ou absurdo pode ser uma atitude correta de acordo com o ponto de vista das pessoas. É a negação completa da lei natural e da existência de Deus. Logo, a mesma deve ser levada em consideração sempre. E Dom José interveio dentro desse contexto, que NÃO É UM CONTEXTO CIENTÍFICO, mas moral!
Sabendo que é intríncecamente mal matar um ser inocente, e que nunca podemos ver no mal uma solução, chegaremos ao assunto Aborto. Perceberam que o assunto fé não entrou aqui em nenhum momento? E realmente não é questão de fé. É questão de ética. Coisa que todo ser humano tem o direito de intervir e opinar. E quando discutimos o que é certo e errado, a razão, e somente a razão deve fazer parte do discussão. O que a gente vê frequentemente por meio da mídia e das pessoas em geral são argumentos sentimentalóides, que estrapolam os limites da razão, e que não medem as consequências das atitudes. Evitemos isso!
Menina de 9 anos de idade foi estuprada várias vezes pelo padrasto, e engravidou, pior ainda! Gravidez gemelar. Todos vocês sabem que uma menina de 9 anos pode engravidar e pode dar à luz, como já ocorreu em outras situações. Gravidez na infância e na adolescência é uma triste realidade do nosso mundo. Toda gravidez tem o seu risco. Não é a toa que se usa os termos “baixo risco” e “alto risco. O CISAM é especializado em alto risco. E a medicina, como falei antes, tem a atribuição de salvar a vida da mãe e a vida do filho. O bom tratamento da mãe é o melhor tratamento para a vida intra-uterina. Até que alguém me prove o contrário, a gravidez da menina era cientificamente viável. Todos nós sabemos que a medicina é imprevisível, e é assim como devemos encará-la. E, na minha opinião, a conduta correta deveria ser esperar a evolução do caso, acompanhar de forma contínua a gravidez, e induzir o parto se necessário, sempre procurando SALVAR VIDAS, que é a verdadeira atribuição da medicina. Se alguém me provar o contrário com o devido respaldo da ciência, EU mudo de opinião, e ainda explicarei pessoalmente a situação ao Arcebispo Dom José, que certamente também mudará de opinião e voltará atrás.
Se foi estupro, se foi acidente, se foi o alienígena, NADA justifica pela razão a destruição da vida intra-uterina. Consequências psicológicas… abortando ou não, a menina carregará pra sempre da mesma maneira. Não existe estudo científico de credibilidade que prove algum benefício ou malefício a esse respeito. Argumentos sentimentalóides não substituem a razão, mesmo estando previsto por lei a autorização do procedimento. Professores Rivaldo e Olímpio, respeito muito vocês, tenho uma simpatia especial pelo prof. Rivaldo, vejo em vocês professores comprometidos com a FCM - UPE, mas é FATO que vocês são defensores ferrenhos da legalização do aborto em todas as ocasiões, e que essa foi uma oportunidade de instigar a população e propagar o que vocês pensam. Eu sei disso.
Bem, caros professores, estou à disposição de vocês, espero não os ter ofendido com nenhuma palavra. Espero inclusive artigos científicos que contribuam para esclarecer o caso e para contribuir para minha formação acadêmica. Estou disposto também a realizar iniciação científica com vocês dentro da área dos riscos que envolvem a gravidez na infância e adolescência, caso vocês se interessem.
Um Abraço,
Artur Costa.
Este talvez seja o post mais importante já publicado aqui em JORNADA CRISTÃ. Trata-se de uma carta enviada aos professores Rivaldo Albuquerque e Olímpio de Moraes, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco, extensiva ao reitor Carlos Calado. Os referidos professores Rivaldo e Olímpio fizeram parte da equipe de médicos que realizaram o aborto na menininha de nove anos violentada pelo padrasto em Alagoinha (PE).
O autor da carta é o estudante do 10º período da referida instituição, Artur Costa, que de forma corajosa sai em defesa do arcebispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho, explicando o que é uma excomunhão “latae sententiae”. Em seguida, faz algumas considerações sobre a atribuição da moral em contraponto à função da medicina. Finalmente, vai direto ao ponto:
“Até que alguém me prove o contrário, a gravidez da menina era cientificamente viável. Todos nós sabemos que a medicina é imprevisível, e é assim como devemos encará-la. E na minha opinião, a conduta correta deveria ser esperar a evolução do caso, acompanhar de forma contínua a gravidez, e induzir o parto se necessário, sempre procurando SALVAR VIDAS, que é a verdadeira atribuição da medicina. Se alguém me provar o contrário com o devido respaldo da ciência, EU mudo de opinião”.
Aos católicos: frente à profusão de matérias caluniosas, tendenciosas, destilando ódio, preconceito e intolerância contra a Igreja Católica, fiquemos firmes e fieis aos sucessores dos apóstolos! Procurem ver a argumentação do lado católico, neste momento marginalizado e relegado à obscuridade pelos grandes órgãos de imprensa. Lembrem-se da perseguição movida contra a Igreja Católica, o clero católico e o cristianismo pelos meios de comunicação social. Lembrem-se que a postura dos jornalistas, em 99% dos casos, é a de se portarem contra a Igreja, tendo como objetivo último minar a sua autoridade moral e desacreditar os membros de sua hierarquia.
É exatamente isso que está acontecendo agora: a postura da Igreja, na pessoa do arcebispo D. José Cardoso Sobrinho, foi em primeiro lugar, como é permitido por lei, demover a mãe da menininha da idéia de fazer o aborto; em segundo lugar, novamente usando da liberdade de expressão, sem em nenhum momento ir contra a lei civil, comunicar publicamente a excomunhão dos envolvidos no aborto - como prevê o Código de Direito Canônico. A pena da excomunhão é única e exclusivamente eclesiástica, sem nenhum efeito prático para a lei civil: diz respeito apenas aos católicos, que têm o dever de seguirem a doutrina católica.
Enviem esse texto a amigos, conhecidos e colegas católicos; façamos nossa parte em defesa da fé católica e dos bispos escravos do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
*****
Estimados professores Rivaldo e Olimpio e reitor Carlos Calado.
Sou estudante do 10 período da FCM - UPE, e estou escrevendo este e-mail para prestar a minha solidariedade ao Arcebispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho. Em primeiro lugar, Dom José não excomungou ninguém, segundo a imprensa, que é maldosa e tendenciosa, informou. Como, boa parte de vocês declaram ser católicos, apesar de não entender a doutrina, vou explicar algumas coisas.
De acordo com o código de direito canônico, existem 7 ocasiões que levam um católico a ser excomungado latae sententiae:
1 - Profanação do santíssimo sacramento2 - Agressão física à pessoa do Papa3 - Revelação por parte do sacerdote de segredos de confissão4 - Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne5 - Ordenação sacerdotal de Bispos por outros bispos sem autorização do Papa6 - Apostasia e Cisma por parte de um católico bem informado.7 - ABORTO
Logo, com isso, chegaremos à conclusão que o Bispo não excomungou ninguém, uma vez que todos os que participaram do procedimento já foram excomungados AUTOMATICAMENTE. Excomunhão Latae sententiae significa isso: EXCOMUNHÃO AUTOMÁTICA NO MOMENTO DO ATO. E o Arcebispo nada mais fez do que lembrar o que está previsto pela lei canônica, que é uma lei promulgada pelo Papa, e consequentemente de Deus, uma vez que o Papa quando se pronuncia em questão de fé e de MORAL, se pronuncia in persona christi. Cristo deu as chaves dos céus para o Papa, para que o mesmo tivesse esse poder de ligar e desligar de forma infalível. Logo, a condição para ser católico é acreditar nisso. Quem não acredita nessa questão de fé, não é católico. NINGUÉM É OBRIGADO A SER CATÓLICO.
A outra atitude de Dom José foi procurar a família da menina, e tentar intervir no processo para que o procedimento não fosse feito. Em momento nenhum a integridade moral do senhor professor foi ferida, e nem sequer Dom José faltou com respeito a ninguém. Muito pelo contrário, o que eu só ouvi por parte das pessoas que convivo ao redor foram manifestações de ridicularização e ofensas ao nosso Arcebispo. As pessoas, a imprensa, a declaração universal dos direitos humanos defendem tanto a liberdade de expressão… Agora o Bispo é uma exceção, e deveria ser proibido de se expressar? Que hipocrisia é essa? Que ditadura do relativismo é essa?
Por acaso é atribuição da medicina decidir o que é moralmente correto ou errado? Que eu saiba, a função da medicina é a de salvar vidas, de amenizar o sofrimento. NUNCA MATAR, não importa os argumentos sentimentalóides que costumeiramente se propagam por aí. Decidir o que é moralmente correto ou errado é atribuição da filosofia. Isso está fora do campo da medicina, embora deva caminhar junto. Por sinal, todo sacerdote para ser ordenado precisa ter estudo de filosofia e teologia, coisa que nós médicos e estudantes da medicina não temos. Logo, é competência de Dom José intervir na questão moral sim. E a sua opinião não pode ser ridicularizada nem impedida por ninguém. É direito dele se expressar, desde que não falte ao respeito com ninguém.
Qual a atribuição da moral? Nada mais nada menos que interpretar a lei natural. A declaração universal dos direitos humanos nada mais é do que uma tentativa de interpretação da lei natural. E o que é a lei natural? É a lei que rege a inclinação natural de todos os seres vivos. Um exemplo disso é que todo ser humano é inclinado a fazer o bem. Todo ser humano sabe que é certo fazer o bem, e é errado fazer o mal. Está no coração de todo ser humano que é errado matar uma pessoa inocente. E aí poderemos citar vários exemplos. A lei natural está no coração de todos os homens. E a declaração universal dos direitos humanos nada mais é que uma tentativa de interpretação disso. Os 10 mandamentos nada mais são do que um resumo dessa lei natural. Uma vez que a lei natural é fato concreto, chegaremos à conclusão que o bem e o mal são absolutos. A relativização do certo e do errado significa dizer que qualquer crime ou absurdo pode ser uma atitude correta de acordo com o ponto de vista das pessoas. É a negação completa da lei natural e da existência de Deus. Logo, a mesma deve ser levada em consideração sempre. E Dom José interveio dentro desse contexto, que NÃO É UM CONTEXTO CIENTÍFICO, mas moral!
Sabendo que é intríncecamente mal matar um ser inocente, e que nunca podemos ver no mal uma solução, chegaremos ao assunto Aborto. Perceberam que o assunto fé não entrou aqui em nenhum momento? E realmente não é questão de fé. É questão de ética. Coisa que todo ser humano tem o direito de intervir e opinar. E quando discutimos o que é certo e errado, a razão, e somente a razão deve fazer parte do discussão. O que a gente vê frequentemente por meio da mídia e das pessoas em geral são argumentos sentimentalóides, que estrapolam os limites da razão, e que não medem as consequências das atitudes. Evitemos isso!
Menina de 9 anos de idade foi estuprada várias vezes pelo padrasto, e engravidou, pior ainda! Gravidez gemelar. Todos vocês sabem que uma menina de 9 anos pode engravidar e pode dar à luz, como já ocorreu em outras situações. Gravidez na infância e na adolescência é uma triste realidade do nosso mundo. Toda gravidez tem o seu risco. Não é a toa que se usa os termos “baixo risco” e “alto risco. O CISAM é especializado em alto risco. E a medicina, como falei antes, tem a atribuição de salvar a vida da mãe e a vida do filho. O bom tratamento da mãe é o melhor tratamento para a vida intra-uterina. Até que alguém me prove o contrário, a gravidez da menina era cientificamente viável. Todos nós sabemos que a medicina é imprevisível, e é assim como devemos encará-la. E, na minha opinião, a conduta correta deveria ser esperar a evolução do caso, acompanhar de forma contínua a gravidez, e induzir o parto se necessário, sempre procurando SALVAR VIDAS, que é a verdadeira atribuição da medicina. Se alguém me provar o contrário com o devido respaldo da ciência, EU mudo de opinião, e ainda explicarei pessoalmente a situação ao Arcebispo Dom José, que certamente também mudará de opinião e voltará atrás.
Se foi estupro, se foi acidente, se foi o alienígena, NADA justifica pela razão a destruição da vida intra-uterina. Consequências psicológicas… abortando ou não, a menina carregará pra sempre da mesma maneira. Não existe estudo científico de credibilidade que prove algum benefício ou malefício a esse respeito. Argumentos sentimentalóides não substituem a razão, mesmo estando previsto por lei a autorização do procedimento. Professores Rivaldo e Olímpio, respeito muito vocês, tenho uma simpatia especial pelo prof. Rivaldo, vejo em vocês professores comprometidos com a FCM - UPE, mas é FATO que vocês são defensores ferrenhos da legalização do aborto em todas as ocasiões, e que essa foi uma oportunidade de instigar a população e propagar o que vocês pensam. Eu sei disso.
Bem, caros professores, estou à disposição de vocês, espero não os ter ofendido com nenhuma palavra. Espero inclusive artigos científicos que contribuam para esclarecer o caso e para contribuir para minha formação acadêmica. Estou disposto também a realizar iniciação científica com vocês dentro da área dos riscos que envolvem a gravidez na infância e adolescência, caso vocês se interessem.
Um Abraço,
Artur Costa.
sexta-feira, 13 de março de 2009
O Senhor é o meu socorro!
Arquivado em: Avivamento, Espiritualidade, Grupo Vence Brasil, Juventude, Missa do Clube do Ouvinte — Padre Roger Luis at 8:58 pm on quarta-feira, março 4, 2009
Estamos caminhando a passos largos na nossa campanha de oração nas Missas do Clube da Evangelização todas as quartas-feiras, e o quanto Deus tem feito. Oramos pelas vitórias de Deus na nossa vida, na nossa família, no nosso trabalho, e em todas as nossas necessidades.
Já recebi muitos testemunhos dessa campanha e o quanto o Senhor tem feito em favor do seu povo, da sua amada Igreja, e na vida daqueles que tem coragem de se aproximar dEle com fé, com esperança e esperar o tempo certo.
A proposta desta campanha é o jejum e a palavra. Jejuamos todas as quartas e somos direcionados pela Palavra de Deus durante a semana. A palavra que o Senhor nos deu para esta semana é o Salmo 120 (121).
“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”. (v.1-2).
Talvez esse seja o nosso questionamento diante das situações que vivemos, diante das aflições, das enfermidades, dos problemas familiares, das dívidas, e de tanta coisa complicada que nos deparamos no dia-a-dia: “de onde me virá o socorro?”
Caminhamos muitas vezes em escuridão, sem saber o que acontecerá, se as situações realmente têm solução, e em certos momentos nos sentindo até mesmo sozinhos na batalha. “De onde me virá o socorro?”
Você que luta contra o câncer, que está fazendo quimioterapia, radioterapia, talvez já tenha sido desenganado pelos médicos; você que sofre de qualquer outra doença, e esteja enfrentando uma grande batalha; você que está endividado; você que rompeu um relacionamento; você que está em crise no seu casamento; você que descobriu que o seu filho ou sua filha está nas drogas, na prostituição, no homossexualismo; você que acabou de ficar desempregado; que perdeu um ente querido; talvez como o Salmista você se pergunte: “De onde me virá o socorro?”
O próprio Salmista se dá a resposta, e agora te dá a resposta, nos dá a resposta para esse questionamento que fizermos: “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”.
Talvez a situação seja tão grave que é de socorro mesmo que estamos precisando. Quando acontece um acidente, quando alguém tem um ataque e se sente mal, ligamos para um número que é o número do socorro, e o mesmo vem urgente, vem rápido. Quantas vezes estamos no trânsito e vem a ambulância do SAMU com a sirene ligada e temos que abrir espaço no trânsito para ela passar, pois está indo prestar um socorro, e tem que ser rápido, não pode perder tempo, são vidas que precisam ser salvas.
Confiamos no socorro do SAMU, mas especialmente no dia de hoje, eu e você, precisamos confiar no socorro de Deus. O Senhor é mais rápido que a ambulância do SAMU, Ele sempre sabe o caminho certo para chegar até nós, e olha, talvez essa doença ou essa situação difícil que vevemos, foi o caminho que Ele encontrou para chegar até nós, Ele se aproveita de tudo para nos salvar. Nosso Senhor Jesus Cristo é o Médico dos médicos, Ele é o Deus do impossível. Neste momento o passo a ser dado é de ligarmos para o nosso socorro.
Você tem o celular de Deus, o número do telefone do céu para pedir o socorro? Caso você não tenha eu posso te dar, pegue logo sua caneta e papel para anotar: O TELEFONE DE DEUS É A ORAÇÃO!!!
Precisamos buscar a Deus, e orar sem cessar, orar acreditando no nosso socorro, orar com fervor, não desanimar. Talvez até pensemos que o socorro está demorando, que já ligamos para Deus através do número que nos foi dado, a oração, mas não devemos nos agitar e nem nos preocupar – Deus sabe a hora certa, Deus sabe o momento exato para agir – Ele não quer perder ninguém, o maior interesse do Senhor é a nossa salvação. Insista, e saiba de uma coisa: DEUS NÃO DEMORA, ELE CAPRICHA!
Vamos continuar solicitando o socorro de Deus, vamos continuar esperando que Ele faça o impossível, vamos continuar confiando no resgate de Deus, pois “o nosso socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”. Se insistirmos em orar e acreditar, veremos com nossos próprios olhos o socorro de Deus, e principalmente a manifestação da sua glória na nossa vida. Se Ele criou o céu e a terra, aquilo que vivemos é muito mais simples. Jamais podemos confiar num poder menor que o dEle. Tenhamos fé, mesmo que Ele seja o Deus Todo-Poderoso, Ele cuida de nós, e nos dará a vitória.
Conte sempre comigo e com minhas orações!
Estamos unidos!Deus abençoe!
Seu irmão,
Pe.Roger Luis
Canção Nova
Estamos caminhando a passos largos na nossa campanha de oração nas Missas do Clube da Evangelização todas as quartas-feiras, e o quanto Deus tem feito. Oramos pelas vitórias de Deus na nossa vida, na nossa família, no nosso trabalho, e em todas as nossas necessidades.
Já recebi muitos testemunhos dessa campanha e o quanto o Senhor tem feito em favor do seu povo, da sua amada Igreja, e na vida daqueles que tem coragem de se aproximar dEle com fé, com esperança e esperar o tempo certo.
A proposta desta campanha é o jejum e a palavra. Jejuamos todas as quartas e somos direcionados pela Palavra de Deus durante a semana. A palavra que o Senhor nos deu para esta semana é o Salmo 120 (121).
“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”. (v.1-2).
Talvez esse seja o nosso questionamento diante das situações que vivemos, diante das aflições, das enfermidades, dos problemas familiares, das dívidas, e de tanta coisa complicada que nos deparamos no dia-a-dia: “de onde me virá o socorro?”
Caminhamos muitas vezes em escuridão, sem saber o que acontecerá, se as situações realmente têm solução, e em certos momentos nos sentindo até mesmo sozinhos na batalha. “De onde me virá o socorro?”
Você que luta contra o câncer, que está fazendo quimioterapia, radioterapia, talvez já tenha sido desenganado pelos médicos; você que sofre de qualquer outra doença, e esteja enfrentando uma grande batalha; você que está endividado; você que rompeu um relacionamento; você que está em crise no seu casamento; você que descobriu que o seu filho ou sua filha está nas drogas, na prostituição, no homossexualismo; você que acabou de ficar desempregado; que perdeu um ente querido; talvez como o Salmista você se pergunte: “De onde me virá o socorro?”
O próprio Salmista se dá a resposta, e agora te dá a resposta, nos dá a resposta para esse questionamento que fizermos: “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”.
Talvez a situação seja tão grave que é de socorro mesmo que estamos precisando. Quando acontece um acidente, quando alguém tem um ataque e se sente mal, ligamos para um número que é o número do socorro, e o mesmo vem urgente, vem rápido. Quantas vezes estamos no trânsito e vem a ambulância do SAMU com a sirene ligada e temos que abrir espaço no trânsito para ela passar, pois está indo prestar um socorro, e tem que ser rápido, não pode perder tempo, são vidas que precisam ser salvas.
Confiamos no socorro do SAMU, mas especialmente no dia de hoje, eu e você, precisamos confiar no socorro de Deus. O Senhor é mais rápido que a ambulância do SAMU, Ele sempre sabe o caminho certo para chegar até nós, e olha, talvez essa doença ou essa situação difícil que vevemos, foi o caminho que Ele encontrou para chegar até nós, Ele se aproveita de tudo para nos salvar. Nosso Senhor Jesus Cristo é o Médico dos médicos, Ele é o Deus do impossível. Neste momento o passo a ser dado é de ligarmos para o nosso socorro.
Você tem o celular de Deus, o número do telefone do céu para pedir o socorro? Caso você não tenha eu posso te dar, pegue logo sua caneta e papel para anotar: O TELEFONE DE DEUS É A ORAÇÃO!!!
Precisamos buscar a Deus, e orar sem cessar, orar acreditando no nosso socorro, orar com fervor, não desanimar. Talvez até pensemos que o socorro está demorando, que já ligamos para Deus através do número que nos foi dado, a oração, mas não devemos nos agitar e nem nos preocupar – Deus sabe a hora certa, Deus sabe o momento exato para agir – Ele não quer perder ninguém, o maior interesse do Senhor é a nossa salvação. Insista, e saiba de uma coisa: DEUS NÃO DEMORA, ELE CAPRICHA!
Vamos continuar solicitando o socorro de Deus, vamos continuar esperando que Ele faça o impossível, vamos continuar confiando no resgate de Deus, pois “o nosso socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”. Se insistirmos em orar e acreditar, veremos com nossos próprios olhos o socorro de Deus, e principalmente a manifestação da sua glória na nossa vida. Se Ele criou o céu e a terra, aquilo que vivemos é muito mais simples. Jamais podemos confiar num poder menor que o dEle. Tenhamos fé, mesmo que Ele seja o Deus Todo-Poderoso, Ele cuida de nós, e nos dará a vitória.
Conte sempre comigo e com minhas orações!
Estamos unidos!Deus abençoe!
Seu irmão,
Pe.Roger Luis
Canção Nova
quinta-feira, 5 de março de 2009
Publicada ontem a Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude deste ano
Por Inma Álvarez
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 4 de março de 2009 (ZENIT.org).-
Bento XVI convida os jovens cristãos a «dar esperança» a seus coetâneos hoje, precisamente em um momento de crise de esperança, na Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude deste ano, que será celebrada no âmbito diocesano no próximo domingo de Ramos e que a Santa Sé divulgou hoje.
«A crise de esperança afeta mais facilmente as novas gerações que, em contextos sócio-culturais carentes de certezas, de valores e pontos de referência sólidos, têm de enfrentar dificuldades que parecem superiores às suas forças», afirma o Papa.
Os jovens de hoje estão, em muitos casos, «feridos pela vida, condicionados por uma imaturidade pessoal que é frequentemente consequência de um vazio familiar, de opções educativas permissivas e libertárias, e de experiências negativas e traumáticas».
«Para muitos, a única saída possível é uma fuga alienante para comportamentos perigosos e violentos, para a dependência de drogas e de álcool, e para tantas outras formas de mal-estar juvenil.»
Contudo, «inclusive naqueles que se encontram em situações penosas por ter seguido os conselhos de ‘maus mestres’, não se apaga o desejo do verdadeiro amor e da autêntica felicidade», afirma o Papa aos jovens, assinalando-lhes a urgência «de uma nova evangelização, que ajude as novas gerações a descobrirem o autêntico rosto de Deus».
O Papa recorda em sua mensagem o que disse aos jovens em Sydney durante a missa conclusiva, exortando-os a deixar-se «modelar por Ele para ser mensageiros do amor divino, capazes de construir um futuro de esperança para toda a humanidade».
«Verdadeiramente, a questão da esperança está no centro de nossa vida de seres humanos e da nossa missão de cristãos, sobretudo na época atual», sublinha.
A esperança que os jovens devem transmitir deve ser «firme e crível»; «a experiência demonstra que as qualidades pessoais e os bens materiais não são suficientes para garantir essa esperança que o ânimo humano busca constantemente».
Neste sentido, destaca que «uma das principais consequências do esquecimento de Deus é a desorientação que caracteriza nossas sociedades, que se manifesta na solidão e na violência, na insatisfação e na perda de confiança, chegando inclusive ao desespero».
São Paulo, modelo para os jovens
Aproveitando que esta JMJ acontecerá no contexto do Ano Paulino, o Papa propõe São Paulo como modelo de «testemunha da esperança», em meio às crises e dificuldades que teve de atravessar.
Quando encontrou Cristo no caminho de Damasco, explica, «Paulo era um jovem como vocês, de cerca de 25 anos, observante da lei de Moisés e decidido a combater com todas suas forças, inclusive com o homicídio, os que ele considerava como inimigos de Deus».
Para Paulo, «a esperança não é só um ideal ou um sentimento, mas uma pessoa viva: Jesus Cristo, o Filho de Deus – acrescenta o Papa. Jesus, do mesmo modo que um dia encontrou o jovem Paulo, quer encontrar-se com cada um de vós, queridos jovens».
Este encontro com Cristo acontece sobretudo «na oração», sublinha, convidando os jovens a «dar espaço à oração», e não só a pessoal, mas especialmente em comunidade: «há muitas formas para familiarizar-se com Ele; há experiências, grupos e movimentos, encontros e itinerários para aprender a rezar e, desta forma, crescer na experiência de fé. Participai da liturgia em vossas paróquias e alimentai-vos abundantemente da Palavra de Deus e da participação ativa nos sacramentos», acrescenta.
Outra exortação do Papa é a da evangelização: «A Igreja conta convosco para esta missão exigente. Que as dificuldades e as provas que encontrais não vos façam retroceder. Sede pacientes e perseverantes, vencendo a natural tendência dos jovens à pressa, a querer obter tudo e de imediato».
Por último, pede a intercessão de Nossa Senhora, Estrela do Mar, citando uma conhecida frase de São Bernardo: «Oh! tu, quem quer que sejas, que te vês mais flutuar à mercê das ondas neste mundo em tempestade do que andar sobre a terra; não tires os olhos do fulgor dessa estrela, se não queres ser submergido pelas tempestades. Se se levantarem os ventos das tentações, se topares nos escolhos das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria!»
E conclui: «Se a segues, não te podes perder; se a invocas, não podes desesperar; se pensas nela, não te podes enganar».
Fonte: Zenit.org
Por Inma Álvarez
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 4 de março de 2009 (ZENIT.org).-
Bento XVI convida os jovens cristãos a «dar esperança» a seus coetâneos hoje, precisamente em um momento de crise de esperança, na Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude deste ano, que será celebrada no âmbito diocesano no próximo domingo de Ramos e que a Santa Sé divulgou hoje.
«A crise de esperança afeta mais facilmente as novas gerações que, em contextos sócio-culturais carentes de certezas, de valores e pontos de referência sólidos, têm de enfrentar dificuldades que parecem superiores às suas forças», afirma o Papa.
Os jovens de hoje estão, em muitos casos, «feridos pela vida, condicionados por uma imaturidade pessoal que é frequentemente consequência de um vazio familiar, de opções educativas permissivas e libertárias, e de experiências negativas e traumáticas».
«Para muitos, a única saída possível é uma fuga alienante para comportamentos perigosos e violentos, para a dependência de drogas e de álcool, e para tantas outras formas de mal-estar juvenil.»
Contudo, «inclusive naqueles que se encontram em situações penosas por ter seguido os conselhos de ‘maus mestres’, não se apaga o desejo do verdadeiro amor e da autêntica felicidade», afirma o Papa aos jovens, assinalando-lhes a urgência «de uma nova evangelização, que ajude as novas gerações a descobrirem o autêntico rosto de Deus».
O Papa recorda em sua mensagem o que disse aos jovens em Sydney durante a missa conclusiva, exortando-os a deixar-se «modelar por Ele para ser mensageiros do amor divino, capazes de construir um futuro de esperança para toda a humanidade».
«Verdadeiramente, a questão da esperança está no centro de nossa vida de seres humanos e da nossa missão de cristãos, sobretudo na época atual», sublinha.
A esperança que os jovens devem transmitir deve ser «firme e crível»; «a experiência demonstra que as qualidades pessoais e os bens materiais não são suficientes para garantir essa esperança que o ânimo humano busca constantemente».
Neste sentido, destaca que «uma das principais consequências do esquecimento de Deus é a desorientação que caracteriza nossas sociedades, que se manifesta na solidão e na violência, na insatisfação e na perda de confiança, chegando inclusive ao desespero».
São Paulo, modelo para os jovens
Aproveitando que esta JMJ acontecerá no contexto do Ano Paulino, o Papa propõe São Paulo como modelo de «testemunha da esperança», em meio às crises e dificuldades que teve de atravessar.
Quando encontrou Cristo no caminho de Damasco, explica, «Paulo era um jovem como vocês, de cerca de 25 anos, observante da lei de Moisés e decidido a combater com todas suas forças, inclusive com o homicídio, os que ele considerava como inimigos de Deus».
Para Paulo, «a esperança não é só um ideal ou um sentimento, mas uma pessoa viva: Jesus Cristo, o Filho de Deus – acrescenta o Papa. Jesus, do mesmo modo que um dia encontrou o jovem Paulo, quer encontrar-se com cada um de vós, queridos jovens».
Este encontro com Cristo acontece sobretudo «na oração», sublinha, convidando os jovens a «dar espaço à oração», e não só a pessoal, mas especialmente em comunidade: «há muitas formas para familiarizar-se com Ele; há experiências, grupos e movimentos, encontros e itinerários para aprender a rezar e, desta forma, crescer na experiência de fé. Participai da liturgia em vossas paróquias e alimentai-vos abundantemente da Palavra de Deus e da participação ativa nos sacramentos», acrescenta.
Outra exortação do Papa é a da evangelização: «A Igreja conta convosco para esta missão exigente. Que as dificuldades e as provas que encontrais não vos façam retroceder. Sede pacientes e perseverantes, vencendo a natural tendência dos jovens à pressa, a querer obter tudo e de imediato».
Por último, pede a intercessão de Nossa Senhora, Estrela do Mar, citando uma conhecida frase de São Bernardo: «Oh! tu, quem quer que sejas, que te vês mais flutuar à mercê das ondas neste mundo em tempestade do que andar sobre a terra; não tires os olhos do fulgor dessa estrela, se não queres ser submergido pelas tempestades. Se se levantarem os ventos das tentações, se topares nos escolhos das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria!»
E conclui: «Se a segues, não te podes perder; se a invocas, não podes desesperar; se pensas nela, não te podes enganar».
Fonte: Zenit.org
domingo, 1 de março de 2009
Rebanhão em Cachoeira do Sul










Alguns jovens de nossa diocese também tiveram a graça de participar do Rebanhão na cidade de Cachoeira do Sul.
Dentre muitas palavras o coordenador da Diocese de Cachoeira do Sul, Dilon, nos falava do amor de Deus por nós. Que Deus nos fez imagem e semelhança Dele. Que quando nos criou não disse que era bom, disse que era muito bom.
Deus nos desejou... Somos obra de Deus...
Não podemos ter o sentimento de que Deus poderia ter nos feito melhor... Olhar de mortos...Somos o melhor... Nossa beleza interior é única, essa beleza que é relevante.
Esse sentimento que o mundo nos coloca de que poderiamos ser melhores, não é de Deus. Não podemos viver como derrotados, mas como vitoriosos. Precisamos colocar metas em nossas vidas, precisamos ter sonhos...
Preciso valorizar o que tem em mim, o sopro da vida que Deus nos deu. Deus não nos quer mendigando o Seu amor, porque nos ama de tal forma que nos deu Sua vida.
Jovem!!!!Deixe-se amar por Deus que verás as maravilhas que Deus pode fazer em sua vida.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Eucaristia, o 'pão dos fortes'
As primeiras comunidades eram sustentadas pela Eucaristia, por isso eram cristãos cheios de força e de coragem. Com fé e devoção participavam da Celebração Eucarística sabendo que ali iriam receber o Senhor. Nesses últimos tempos, o Senhor quer redespertar a nossa fé, porque precisamos, mais do que nunca, da Eucaristia. Vivemos num mundo pagão, como naquela época, rodeados de uma moral totalmente pagã, longe de Deus. Para nos manter como cristãos cheios de fé que vivem o Evangelho e que marcham contra a correnteza, precisamos do Santíssimo Sacramento. Ser cristão hoje é ser mártir, mesmo que não derramemos o sangue nem morramos por Jesus. Neste mundo totalmente contrário à Palavra de Deus, estamos revivendo a fé dos mártires: a fortaleza dos primeiros cristãos. É por isso que o Senhor quer nos fortalecer com o “pão dos fortes”, com o pão dos mártires, o pão dos primeiros cristãos: a Eucaristia. Reafirme agora a sua fé: Senhor, perdão por todos os meus pecados, e pelos pecados de toda a humanidade. Dá-nos a graça da conversão e mudança de vida. Dá-nos o Teu Santo Espírito, para que a nossa vida seja transformada. Coloca em nós o arrependimento dos nossos pecados. Dá-nos a contrição perfeita. Sou pecador, mas digo: “meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para todos os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam”. Obrigado porque estás presente na Eucaristia, e dali levantas a Tua súplica ao Pai, por nós. Obrigado, porque colocas em nosso coração amor ardente pela Tua presença real no Santíssimo Sacramento. Amém.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
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