Jesus, ao entrar no templo, sentiu o coração cheio de dor, pois constatou ali uma grande falta de respeito. No templo do Senhor estavam os vendedores com seus animais, bois, ovelhas... (naquele tempo, eram feitos sacrifícios de animais). Havia muita sujeira no local sagrado: pessoas comprando e vendendo, vacas mugindo, ovelhas balindo, pombos arrulhando, vendedores gritando... Tudo isso dentro da casa de Deus. Estavam fazendo um mercado no local. Além disso, como havia gente vinda de muitos outros países e ali só se comercializava com a moeda própria do templo, lá também estavam os cambistas, que trocavam as moedas. Havia muita exploração e corrupção... pessoas discutindo aos gritos a respeito dos preços...Vendo aquele triste espetáculo na casa do Pai, o Jesus, manso e humilde de coração que conhecemos, não aguentou: pegou uma corda, fez um chicote e, a chicotadas, foi pondo toda aquela gente para fora. Expulsou os animais e fez com que eles fossem para cima dos próprios vendedores. Virou as mesas dos cambistas e espalhou todas aquelas moedas no chão do templo...“Minha casa é uma casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões!” (Mateus 21, 13) O Senhor quer que você agora entre em sua própria casa e faça limpeza geral, como Ele fez no templo de Jerusalém. Mesmo que não ela não seja ainda uma casa de oração, é vontade de Deus que ela venha a ser. É preciso que ela seja, o mais depressa possível, casa de oração para toda a sua família. Por isso é necessário, é urgente que você faça uma faxina geral em toda a sua residência.Pentecostes acontece num ambiente de oração. Foi no Cenáculo, aquele lugar de prece, onde estavam os apóstolos reunidos com a Virgem Maria, a Mãe de Jesus, que aconteceu esse derramamento do Espírito Santo [Pentecostes]. A salvação está na efusão do Espírito Santo, por meio dessa graça você e toda a sua família vão ser resgatados e tudo vai começar a mudar na vida de vocês. Pode confiar! Eu o convido para se colocar sob a condução do Espírito Santo. Hoje é o dia de se entregar a Ele. Hoje, é o dia de você se colocar nas mãos de Deus para que Ele dirija seus atos e decisões.
Clamemos: Vinde, Espírito Santo!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Namoro Santo!
Para todos que possuem esta meta... É a melhor escolha...
Pratique o namoro santo!
Doze características de um relacionamento que tem, como prioridade, a busca de santidade e da vontade do Senhor:
1º - Antes de namorar, sejam amigos. A amizade é fundamental para um relacionamento dar certo. Permaneçam 'só amigos' o máximo de tempo possível!
2º - Busquem orientação de Deus antes e durante o namoro. Se vocês não têm vergonha de beijar um ao outro, então porque ter vergonha de orar juntos?
3º - Estabeleçam alvos conjuntos. Façam do namoro o primeiro passo para um casamento. Nem sempre o namoro vai acabar num altar, mas esse deve ser o objetivo principal. Só comece a namorar com essa intenção, nunca para se divertir ou como passatempo.
4º - Não façam do namoro ou um do outro prioridade. Enquanto vocês não são casados continuam debaixo do cuidado dos pais, autoridades colocadas por Deus sobre suas vidas. A suas famílias devem ser prioritárias. A aprovação deles em tudo o que fizerem é imprescindível. Lembrem-se do mandamento: 'Honra a teu pai e tua mãe...' e Deus lhes mostrará que é fiel!
5º - Não se isolem. Muita gente, após um namoro desfeito, descobre que não tem mais amigos. Eles foram sumindo aos poucos, enquanto o namoro era autocentralizado.
6º - Não se sintam 'dono do outro'. O namoro é apenas uma fase de conhecimento do parceiro (a), não significa que você tem posse sobre ele (a). Não se impeçam de, as vezes, saírem sozinhos (a) ou com a turma;
7º - Não dêem lugar ao diabo (Efésios 4:27). Não fiquem sozinhos em casa, não namorem no escuro. Não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos ou sexuais. Só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros.
8º - Aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. Mas se vocês não são adeptos da corte (ver artigo 'Namoro ou corte'), pelo menos coloquem beijos e abraços em segundo plano e sempre com moderação.
9º - Aprendam a demonstrar carinho com respeito. Palavras doces, pequenas surpresas e programas agradáveis a sós podem revelar seu amor pelo outro sem que suas convicções se choquem.
10º - Busquem o máximo de intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessário defraudação do corpo do outro. Intimidade também significa familiaridade. Duas pessoas íntimas se dedicam particular afeição.
11º - Façam com que a paz de Deus seja o árbitro. Namoro turbulento e cheio de neuroses não esta com nada.
12º - Não dêem ouvidos para que os outros falam, ou o que a sociedade vem impondo sobre namoros 'modernos'. Lembrem-se que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele. Não se acomodem, não se conformem com o que está errado. Sejam firmes. E sejam felizes!"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12,2)
Desejo a todos os casais de namorados neste dia, muita felicidade, muito amor e respeito!
Prato do dia: Livro: Sereis uma só Carne – Prof. Felipe Aquino
Livro: Namoro – Prof. Felipe Aquino
Pratique o namoro santo!
Doze características de um relacionamento que tem, como prioridade, a busca de santidade e da vontade do Senhor:
1º - Antes de namorar, sejam amigos. A amizade é fundamental para um relacionamento dar certo. Permaneçam 'só amigos' o máximo de tempo possível!
2º - Busquem orientação de Deus antes e durante o namoro. Se vocês não têm vergonha de beijar um ao outro, então porque ter vergonha de orar juntos?
3º - Estabeleçam alvos conjuntos. Façam do namoro o primeiro passo para um casamento. Nem sempre o namoro vai acabar num altar, mas esse deve ser o objetivo principal. Só comece a namorar com essa intenção, nunca para se divertir ou como passatempo.
4º - Não façam do namoro ou um do outro prioridade. Enquanto vocês não são casados continuam debaixo do cuidado dos pais, autoridades colocadas por Deus sobre suas vidas. A suas famílias devem ser prioritárias. A aprovação deles em tudo o que fizerem é imprescindível. Lembrem-se do mandamento: 'Honra a teu pai e tua mãe...' e Deus lhes mostrará que é fiel!
5º - Não se isolem. Muita gente, após um namoro desfeito, descobre que não tem mais amigos. Eles foram sumindo aos poucos, enquanto o namoro era autocentralizado.
6º - Não se sintam 'dono do outro'. O namoro é apenas uma fase de conhecimento do parceiro (a), não significa que você tem posse sobre ele (a). Não se impeçam de, as vezes, saírem sozinhos (a) ou com a turma;
7º - Não dêem lugar ao diabo (Efésios 4:27). Não fiquem sozinhos em casa, não namorem no escuro. Não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos ou sexuais. Só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros.
8º - Aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. Mas se vocês não são adeptos da corte (ver artigo 'Namoro ou corte'), pelo menos coloquem beijos e abraços em segundo plano e sempre com moderação.
9º - Aprendam a demonstrar carinho com respeito. Palavras doces, pequenas surpresas e programas agradáveis a sós podem revelar seu amor pelo outro sem que suas convicções se choquem.
10º - Busquem o máximo de intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessário defraudação do corpo do outro. Intimidade também significa familiaridade. Duas pessoas íntimas se dedicam particular afeição.
11º - Façam com que a paz de Deus seja o árbitro. Namoro turbulento e cheio de neuroses não esta com nada.
12º - Não dêem ouvidos para que os outros falam, ou o que a sociedade vem impondo sobre namoros 'modernos'. Lembrem-se que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele. Não se acomodem, não se conformem com o que está errado. Sejam firmes. E sejam felizes!"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12,2)
Desejo a todos os casais de namorados neste dia, muita felicidade, muito amor e respeito!
Prato do dia: Livro: Sereis uma só Carne – Prof. Felipe Aquino
Livro: Namoro – Prof. Felipe Aquino
Da amizade à Castidade
Uma verdadeira amizade em Cristo não é governada pelos instintos nem motivada por interesses, mas é uma escolha mútua, que tem valor por si mesma.
Toda a amizade precisa ser purificada. E a injúria, a calúnia, a arrogância (que impede a correção) e a traição podem destruí-la. Quem é amigo sempre ama.
Hoje, eu gostaria de falar sobre um assunto diferente, ainda dentro do plano da amizade, fundamental para todas as idades. Queria falar de um tema que é muito importante no mundo de hoje: a amizade à castidade. Não podemos pensar num mundo novo sem essa virtude. De uma maneira muito particular, a castidade é a coroa do amor. É um escudo para os nossos relacionamentos. Mais que um escudo, é uma expressão do verdadeiro amor. Ela nutre e potencializa o amor. Quando falta a castidade, o amor perde a força em nós e nos tornamos presas fáceis do desamor, da violência e da degradação.
A castidade é um segredo que os jovens cristãos têm para a sua vida. No entanto, vocês veem como o mundo de hoje despreza essa virtude, pois perdeu o sentido de beleza dela. A castidade é vista como um tabu, moralismo, preceito, obrigação.
Quem é casto ama por inteiro, não se dá por partes. O homem não é separado. Contudo, é isso que o mundo faz hoje. Começa a usar o corpo com um princípio utilitarista, como se meu corpo não fosse eu. Pensa-se: “Aí eu posso usar meu corpo para me autosatisfazer egoisticamente”, que é o pecado da masturbação, como se aquilo não ferisse o que a pessoa é por inteiro. Com o seguinte pensamento: “Aí eu posso também usar o corpo dos outros para o meu bel-prazer... Posso ficar com quantas meninas eu quiser numa noite”. E vice-versa, o mesmo vale para as meninas.
Cada união íntima de corpos é como um pedaço de você dado ao outro, porque seu corpo está intimamente ligado à sua alma. Em cada relação sexual que é feita fora do matrimônio, não pense que você está dando e recebendo prazer. Engano! Em cada relação sexual você está dando um pedaço de você para sempre àquela pessoa.
A castidade é um grande dom, que faz com que compreendamos a unicidade do nosso ser. Esse abraço, essa boca e esse beijo sou eu. Se eu vivo no pecado, eu me destruo e destruo os outros.
Quando a castidade é ferida gera prazer no ato [sexual], mas gera dor na vida. E como descem lágrimas nos olhos dos jovens feridos na castidade! Por outro lado, a presença dessa virtude [castidade] gera felicidade, dignidade, uma capacidade para amar, para se doar não por pedaços, mas para se doar por inteiro, como Jesus se deu na cruz. Hoje, vemos um mundo que despreza a beleza da castidade. Por isso, as consequências são tão graves.
O "ficar" não deixa de ser um tipo, um certo nível de prostituição. Nos namoros avançados os casais valorizam mais a relação física. Sem uma relação profunda de amizade no namoro não existirá matrimônio verdadeiro e feliz. E como nós não priorizamos a amizade no namoro, temos matrimônios imaturos, inseguros, muitas vezes, gerados por relações sexuais pré-matrimoniais.
Artigo extraído a partir da pregação do Acampamento PHN de julho de 2007
Moysés Azevedo
Fundador da Comunidade Católica Shalom
Toda a amizade precisa ser purificada. E a injúria, a calúnia, a arrogância (que impede a correção) e a traição podem destruí-la. Quem é amigo sempre ama.
Hoje, eu gostaria de falar sobre um assunto diferente, ainda dentro do plano da amizade, fundamental para todas as idades. Queria falar de um tema que é muito importante no mundo de hoje: a amizade à castidade. Não podemos pensar num mundo novo sem essa virtude. De uma maneira muito particular, a castidade é a coroa do amor. É um escudo para os nossos relacionamentos. Mais que um escudo, é uma expressão do verdadeiro amor. Ela nutre e potencializa o amor. Quando falta a castidade, o amor perde a força em nós e nos tornamos presas fáceis do desamor, da violência e da degradação.
A castidade é um segredo que os jovens cristãos têm para a sua vida. No entanto, vocês veem como o mundo de hoje despreza essa virtude, pois perdeu o sentido de beleza dela. A castidade é vista como um tabu, moralismo, preceito, obrigação.
Quem é casto ama por inteiro, não se dá por partes. O homem não é separado. Contudo, é isso que o mundo faz hoje. Começa a usar o corpo com um princípio utilitarista, como se meu corpo não fosse eu. Pensa-se: “Aí eu posso usar meu corpo para me autosatisfazer egoisticamente”, que é o pecado da masturbação, como se aquilo não ferisse o que a pessoa é por inteiro. Com o seguinte pensamento: “Aí eu posso também usar o corpo dos outros para o meu bel-prazer... Posso ficar com quantas meninas eu quiser numa noite”. E vice-versa, o mesmo vale para as meninas.
Cada união íntima de corpos é como um pedaço de você dado ao outro, porque seu corpo está intimamente ligado à sua alma. Em cada relação sexual que é feita fora do matrimônio, não pense que você está dando e recebendo prazer. Engano! Em cada relação sexual você está dando um pedaço de você para sempre àquela pessoa.
A castidade é um grande dom, que faz com que compreendamos a unicidade do nosso ser. Esse abraço, essa boca e esse beijo sou eu. Se eu vivo no pecado, eu me destruo e destruo os outros.
Quando a castidade é ferida gera prazer no ato [sexual], mas gera dor na vida. E como descem lágrimas nos olhos dos jovens feridos na castidade! Por outro lado, a presença dessa virtude [castidade] gera felicidade, dignidade, uma capacidade para amar, para se doar não por pedaços, mas para se doar por inteiro, como Jesus se deu na cruz. Hoje, vemos um mundo que despreza a beleza da castidade. Por isso, as consequências são tão graves.
O "ficar" não deixa de ser um tipo, um certo nível de prostituição. Nos namoros avançados os casais valorizam mais a relação física. Sem uma relação profunda de amizade no namoro não existirá matrimônio verdadeiro e feliz. E como nós não priorizamos a amizade no namoro, temos matrimônios imaturos, inseguros, muitas vezes, gerados por relações sexuais pré-matrimoniais.
Artigo extraído a partir da pregação do Acampamento PHN de julho de 2007
Moysés Azevedo
Fundador da Comunidade Católica Shalom
Papa pede que jovens testemunhem sua fé através do mundo digital
Nesta quarta-feira, 20, em sua catequese semanal, o Papa Bento XVI falou sobre a recente viagem apostólica à Terra Santa, uma peregrinação às origens de nossa fé e que contemplou a visita pastoral às comunidades cristãs que viram o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. O Pontífice agradeceu às autoridades civis, ao Patriarca Latino, aos bispos da Igreja local, aos frades franciscanos da Custódia da Terra Santa e todos aqueles que contribuíram para a viagem.Ao enfatizar ter ido como "peregrino da paz", Bento XVI disse que quis lembrar os judeus, cristãos e muçulmanos do nosso compromisso como fiéis em um único Deus, na promoção do respeito, da reconciliação e da cooperação, a serviço da paz".Apesar das vicissitudes que marcaram os lugares santos por tantos séculos, apesar das guerras, das destruições e, infelizmente, dos conflitos entre cristãos, a Igreja continuou com sua missão, animada pelo Espírito do Senhor Ressuscitado. Ela caminha rumo à plena unidade, para que o mundo acredite no amor de Deus e sinta o prazer de sua paz”.Após ilustrar as etapas mais significativas de seu itinerário, o Papa pediu a todos os peregrinos que se unam a ele na oração pelas necessidades da Igreja no Oriente Médio e pelo dom da paz para toda a região.
Novas tecnologias Como todas as quartas-feiras, o Papa saudou os fiéis em várias línguas e dirigiu um breve apelo, em inglês, em vista do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que vai acontecer no próximo domingo, 24, dia em que celebramos a Ascensão do Senhor. O Santo Padre recordou que, em sua mensagem deste ano, convidou todos os que fazem uso das novas tecnologias da comunicação, especialmente os jovens, a utilizá-los de uma forma positiva e reconhecer o grande potencial desses meios em criar laços de amizade e solidariedade, o que pode contribuir para um mundo melhor.As novas tecnologias – disse Bento XVI – trouxeram mudanças fundamentais na forma de divulgação de notícias e informações e no modo em que as pessoas comunicam e se relacionam.“Gostaria de exortar todos aqueles que acessam o ciberespaço a estarem atentos em manter e promover uma cultura de respeito, de diálogo e de autêntica amizade, na qual os valores da verdade, da harmonia e do entendimento podem florescer”.De modo especial, o Pontífice apelou aos jovens, a fim de que testemunhem a sua fé através do mundo digital e empreguem essas novas tecnologias para difundir o Evangelho. “Assim, a Boa Nova do amor infinito de Deus por todas as pessoas poderá ressoar em novas formas, neste nosso mundo sempre mais tecnológico!”, completou o Papa.
Mensagem aos fiéis de língua portuguesaEm português, Bento XVI proferiu as seguintes palavras: "Com gratidão e amizade, saúdo os diversos grupos do Brasil, o grupo de Terroso, no norte de Portugal, e demais peregrinos de língua portuguesa, que vieram encontrar o Sucessor de Pedro, poucos dias depois de ter terminado a sua peregrinação à Terra Santa. Lá, onde o Verbo divino Se fez carne no seio da Virgem Maria, jorra uma fonte inesgotável de esperança e alegria que não cessa de animar o coração da Igreja, peregrina na história. Penhor de tal esperança e alegria, nos vossos corações de peregrinos, seja a bênção que vos dou extensiva às vossas famílias e comunidades eclesiais".
Fonte: Radio Vaticano
Novas tecnologias Como todas as quartas-feiras, o Papa saudou os fiéis em várias línguas e dirigiu um breve apelo, em inglês, em vista do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que vai acontecer no próximo domingo, 24, dia em que celebramos a Ascensão do Senhor. O Santo Padre recordou que, em sua mensagem deste ano, convidou todos os que fazem uso das novas tecnologias da comunicação, especialmente os jovens, a utilizá-los de uma forma positiva e reconhecer o grande potencial desses meios em criar laços de amizade e solidariedade, o que pode contribuir para um mundo melhor.As novas tecnologias – disse Bento XVI – trouxeram mudanças fundamentais na forma de divulgação de notícias e informações e no modo em que as pessoas comunicam e se relacionam.“Gostaria de exortar todos aqueles que acessam o ciberespaço a estarem atentos em manter e promover uma cultura de respeito, de diálogo e de autêntica amizade, na qual os valores da verdade, da harmonia e do entendimento podem florescer”.De modo especial, o Pontífice apelou aos jovens, a fim de que testemunhem a sua fé através do mundo digital e empreguem essas novas tecnologias para difundir o Evangelho. “Assim, a Boa Nova do amor infinito de Deus por todas as pessoas poderá ressoar em novas formas, neste nosso mundo sempre mais tecnológico!”, completou o Papa.
Mensagem aos fiéis de língua portuguesaEm português, Bento XVI proferiu as seguintes palavras: "Com gratidão e amizade, saúdo os diversos grupos do Brasil, o grupo de Terroso, no norte de Portugal, e demais peregrinos de língua portuguesa, que vieram encontrar o Sucessor de Pedro, poucos dias depois de ter terminado a sua peregrinação à Terra Santa. Lá, onde o Verbo divino Se fez carne no seio da Virgem Maria, jorra uma fonte inesgotável de esperança e alegria que não cessa de animar o coração da Igreja, peregrina na história. Penhor de tal esperança e alegria, nos vossos corações de peregrinos, seja a bênção que vos dou extensiva às vossas famílias e comunidades eclesiais".
Fonte: Radio Vaticano
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Manter o sorriso mesmo na tribulação
Normalmente caminhamos muito bem até surgir a doença. Nessa hora as nossas emoções falam mais alto, surgem todos os tipos de preocupações, ainsegurança toma conta de nós, a ansiedade nos envolve; enfim, tudo setransforma... Essa é a hora da fé e da confiança em Deus, que sempre nosacompanha e nunca nos abandona. É hora de passar pelo “vale escuro”, massabendo que há um Pastor, que nos ama e cuida de nós.Confie em Deus e naquilo que Ele tem para você. Mesmo que você não entendao porquê das dificuldades pelas quais está passando, aceite-as, pois oSenhor está com você em todos esses momentos.“Sempre aceitamos a felicidade como um dom de Deus. E a desgraça? Por quenão a aceitaríamos?” (Jó 2,10).Precisamos ser firmes em Deus; ser homens e mulheres de fibra, combatentesque enfrentam todas as dificuldades que possam surgir. O sofrimento nos dátêmpera de guerreiros.Deus é Pai e cuida de nós em todos os momentos, por isso não devemos nosdesesperar. Ele sabe de nossas necessidades, medos e de tudo que aflige onosso coração.Quando se entrega à tristeza e ao desespero, você está deixando deacreditar no Senhor, isto é, você deixa de dar “crédito” a Ele para dar“crédito” à dificuldade que está enfrentando. Deixa de pôr a confiança emDeus, pondo-a na situação que está vivendo. É exatamente isso que oinimigo de Deus quer: que não acreditemos em Deus e nos entreguemos àtristeza, até chegarmos ao desespero e à depressão. O objetivo do demônioé nos deixar envolvidos na tristeza para que deixemos de viver.Dominados pela tristeza, nossa vida vai se tornando um problema. E nasmínimas coisas, não aguentamos mais e entregamos os pontos.Um combatente não “perde a cabeça”. Ele mantém o sorriso, mesmo natribulação, pois sabe que tem Deus a seu favor!Que o Senhor possa passar pela nossa vida hoje e colher nosso sorriso. Elenos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direitod'Ele colher em nós esses frutos.Jesus em breve virá buscar os frutos e é preciso que Ele os encontre! Evocê é responsável por isso.“Felizes os que choram: eles serão consolados” (Mateus 5,5).São Francisco dizia sempre: “Onde a pobreza se une à alegria, não hácobiça nem avareza”. Ele considerava o dinheiro como o “esterco do diabo”.Antes de sua conversão ele foi um “jovem rico”, tinha toda riqueza à suadisposição, mas não tinha alegria verdadeira. Ele só a encontrou em Deus.Rezemos com o Salmo 22:“O Senhor é meu pastor, nada me falta.Ele me faz deitar em verdes pastagens;às águas do repouso me conduz, ele me reanima.Pelos bons caminhos me conduz,para a honra do seu nome.Mesmo se eu andar por um vale de sombra de morte,não receio mal algum, pois estás comigo:teu bastão e teu cajado me dão segurança.Diante de mim fazes servir uma mesa,em face dos meus adversários.Perfumas a minha cabeça com óleo,minha taça é inebriante.Sim, felicidade e fidelidade me acompanhamtodos os dias da minha vida,e retornarei à casa do Senhor,para longos dias”.
Trecho retirado do livro “Combatentes na alegria” de Monsenhor Jonas Abib
Trecho retirado do livro “Combatentes na alegria” de Monsenhor Jonas Abib
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Reconciliar-se com a própria história
Os cenários da história – tanto universal quanto pessoal – são sempre povoados, marcados por uma trama de significados e expressões que dão cor e direção aos corações e à vida de um povo. A história do homem traz consigo inúmeras marcas; algumas positivas e outras profundamente negativas e desestruturadoras. Enfim, toda história tem a sua “história” a contar, toda vida derramada no solo do tempo tem suas partes para reconciliar...
Há historiadores que definem a história humana como “história de guerras e conflitos”, e, de fato, tal afirmação não está ausente de verdade. Esta é mesmo marcada por diversas dores e contrariedades que se entrelaçam em uma constante dinâmica de morte e de vida.
No âmbito singular e pessoal não é diferente. Quando olhamos para a história de nossos próprios dias, sem dúvida, seremos capazes de aí perceber realidades que não desejamos nem quereríamos que aí estivessem.
Nossa história e as circunstâncias que a configuram, quase sempre, não são do jeito que queremos, por vezes, nossa biografia é povoada por erros e frustrações que não desejamos nem convidamos outros para nela habitar.
Há quem se envergonhe de sua própria história e há outros que dela fogem perpetuamente. Há quem não consiga se reconciliar com as perdas e contrariedades contidas na própria existência, nunca assumindo os próprios erros e fragilidades, e assim vivendo como alguém que “foge” eternamente da própria sombra.
Muitas vezes, nossa história é mesmo perpassada por realidades que são difíceis de lidar e encarar, todavia, ninguém pode se tornar verdadeiramente maduro e liberto na vida se não faz a experiência de se encarar naquilo que é.
A arte de se encontrar e reconciliar-se com a própria história pode ser fonte de aguda dor, contudo, é também fonte de intensa realização e emancipação existencial. Não existe outro caminho para crescer e ser gente na vida, pois, sem se reconciliar consigo e com as cenas que emolduram o seu próprio caminho de vida, o ser humano torna-se escravo de si mesmo e ausenta-se da alegria de poder aceitar-se naquilo que é.
Diante do real – de nossa identidade – poderemos fugir criando ilusões para mascarar o que somos ou poderemos enfrentar – mesmo sangrando – nossa verdade, extraindo dela a vida e a esperança que brotam do fato de não termos de fingir e encenar para sempre.
Nossa história pode ser fonte de lembranças dolorosas, sim, mas também pode – com uma força extraordinária – ser fonte de autêntica e encarnada libertação. Reconciliar-se, pois, com a própria história: Eis o desafio e a oportunidade de nos compreendermos amados e aceitos no que somos.
Esse é um caminho difícil, mas o fazemos acompanhados: dirigidos pelo infinito Amor, que dá sentido às nossas perdas e nos sustenta em nossas lutas. Assim seremos mais autênticos e livres na existência e poderemos construir nosso futuro com escolhas sábias e pautadas no Amor.
Adriano Zandoná
Há historiadores que definem a história humana como “história de guerras e conflitos”, e, de fato, tal afirmação não está ausente de verdade. Esta é mesmo marcada por diversas dores e contrariedades que se entrelaçam em uma constante dinâmica de morte e de vida.
No âmbito singular e pessoal não é diferente. Quando olhamos para a história de nossos próprios dias, sem dúvida, seremos capazes de aí perceber realidades que não desejamos nem quereríamos que aí estivessem.
Nossa história e as circunstâncias que a configuram, quase sempre, não são do jeito que queremos, por vezes, nossa biografia é povoada por erros e frustrações que não desejamos nem convidamos outros para nela habitar.
Há quem se envergonhe de sua própria história e há outros que dela fogem perpetuamente. Há quem não consiga se reconciliar com as perdas e contrariedades contidas na própria existência, nunca assumindo os próprios erros e fragilidades, e assim vivendo como alguém que “foge” eternamente da própria sombra.
Muitas vezes, nossa história é mesmo perpassada por realidades que são difíceis de lidar e encarar, todavia, ninguém pode se tornar verdadeiramente maduro e liberto na vida se não faz a experiência de se encarar naquilo que é.
A arte de se encontrar e reconciliar-se com a própria história pode ser fonte de aguda dor, contudo, é também fonte de intensa realização e emancipação existencial. Não existe outro caminho para crescer e ser gente na vida, pois, sem se reconciliar consigo e com as cenas que emolduram o seu próprio caminho de vida, o ser humano torna-se escravo de si mesmo e ausenta-se da alegria de poder aceitar-se naquilo que é.
Diante do real – de nossa identidade – poderemos fugir criando ilusões para mascarar o que somos ou poderemos enfrentar – mesmo sangrando – nossa verdade, extraindo dela a vida e a esperança que brotam do fato de não termos de fingir e encenar para sempre.
Nossa história pode ser fonte de lembranças dolorosas, sim, mas também pode – com uma força extraordinária – ser fonte de autêntica e encarnada libertação. Reconciliar-se, pois, com a própria história: Eis o desafio e a oportunidade de nos compreendermos amados e aceitos no que somos.
Esse é um caminho difícil, mas o fazemos acompanhados: dirigidos pelo infinito Amor, que dá sentido às nossas perdas e nos sustenta em nossas lutas. Assim seremos mais autênticos e livres na existência e poderemos construir nosso futuro com escolhas sábias e pautadas no Amor.
Adriano Zandoná
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Chamados para transformar o mundo!
Deus escolheu um meio maravilhoso e poderosíssimo para evangelizar no mundo de hoje. No mundo, nós não somos simplesmente pessoas, somos comunidades que têm riquezas, mas também fragilidades. Que realizam coisas maravilhosas, mas que também enfrentam dificuldades. São comunidades vivendo uma vida normal, humana, uma vida de pessoas que enfrentam problemas e que estão agindo de acordo com o Evangelho. Isso tudo faz com que outras pessoas se encantem e queiram viver como nós vivemos. “Veja como elas são ricas em dons e têm qualidade de vida”, exprimem. As pessoas querem ser como nós. Mas o que fazer? Esse é o momento de mostrarmos Jesus Cristo, mostrarmos o Evangelho e a vida nova para que elas acolham essa fraternidade. Deus Pai quer que as comunidades cresçam e amadureçam, assim como as árvores. Eu fiquei encantado quando soube que a oliveira tem uma vida muito longa. Os ramos mudam todos os anos, mas o tronco permanece. A boa oliveira começa a produzir o melhor azeite depois de oitenta anos, pois somente a partir dessa idade é que há um baixo teor de acidez. Deus é paciente e faz com que essas árvores sejam pacientes também, pois durante quase oitenta anos ainda têm acidez; mas depois, elas tornam-se totalmente alcalinas. Aí está a beleza! As nossas comunidades precisam amadurecer e é da maturidade delas que Deus tirará esse “azeite” maravilhoso, da mesma forma que se tira o azeite maravilhoso de oliveiras que já estão maduras. Claro que não precisamos esperar 80 anos para que as comunidades deem frutos, mas o próprio Espírito Santo está apressando a maturidade delas. Temos de crescer, precisamos amadurecer e isso acontece quando nos colocamos em ação, conduzidos pelo Espírito. A minha comunidade usa os dons do Espírito Santo Paráclito. E mais: ela ora por mim. É assim que podemos ser um sinal da presença e do poder de Deus nestes últimos tempos. Não resta dúvida de que só poderemos evangelizar pelo método do grande apóstolo Paulo.Meus irmãos, é assim que o Senhor quer semear comunidades por todos os lados. E eu posso lhes afirmar que Ele quer comunidades pelo mundo inteiro. Ele quis precisar dessas Novas Comunidades para que este mundo paganizado possa ser transformado. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!Queremos construir um mundo novo agora, no momento presente. Buscamos e damos o nosso melhor para que ele seja melhor. Que ele se renove e se torne cada vez mais novo, cada vez mais de Deus! Vem, Senhor Jesus!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
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Monsenhor Jonas Abib
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